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A crise esquecida

A COVID-19 vai quase dobrar a fome aguda para 265 milhões de pessoas em seis meses, mas essa crise permanece invisível porque está acontecendo longe dos nossos olhos.

Nos próximos seis meses, mais de 265 milhões de pessoas vão sofrer com fome aguda no mundo (dados do World Food Programme). A projeção anterior para 2020 era de cerca de 135 milhões de pessoas. Porém, menos de 2 meses depois, por causa do impacto da COVID-19, esse número quase dobrou. A COVID-19 criou um choque econômico global, disrupciona o comércio, as cadeias de suprimento e gera flutuações de curto prazo nos preços dos alimentos.

A fome aguda pode ameaçar vidas, meios de subsistência, ou ambos. Ela também significa crianças com desenvolvimento comprometido.

Essa não é uma crise nova. Ela sempre esteve lá. Só não recebeu o mesmo nível de atenção que a COVID-19. Talvez porque esteja acontecendo em países de baixa e média renda, como os países da África, do Oriente Médio, da América Latina e do Caribe. Longe dos olhos, longe do coração.

Enquanto muitos de nós estamos passando por dificuldades, uma doação de US$ 45,90 pode alimentar uma criança por 3 meses — Doe agora.

Rebecca cooks for her family Mashonaland Central Province of Zimbabwe

Rebecca cozinha para a família enquanto os filhos brincam ao fundo. Ela costuma pular refeições para conseguir alimentar os cinco. Foto: WFP/Claire Nevill

Mozambique: Recipients of food assistance are divided into smaller groups and asked to stay 1.5 metres apart. Photo: WFP/Rafael Campos

Moçambique: os beneficiários da assistência alimentar são divididos em grupos menores e orientados a manter 1,5 metro de distância. Foto: WFP/Rafael Campos

Afghanistan A woman receives cash assistance — from a safe distance.

Afeganistão: uma mulher recebe assistência financeira — mantendo distância segura. Foto: WFP/Nafisa Reshtin

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